segunda-feira, 25 de julho de 2011

NOTÍCIA!!!!!!!!!!


A todos aqueles que me seguem, quero anunciar em primeira mão que VOU VOLTAR!! Mais de uma maneira o tanto quanto inusitada, pois estou tirando uma peça do forno de própria autoria, onde pretendo aplicar as coisas que aprendi no decorrer dos anos, se vou dirigir, isso ainda não sei responder ao certo, pois tenho um nome de muita admiração competência em mente, mais se for preciso, talvez, mais que estarei novamente nos palco ahhhhhhhh com toda certeza!!!!!!!!
A peça se intitula como "BIXINHO RUIM", não se iludam com o nome, pois é um romance e drama com uma pitada de doçura e ingenuidade de uma criança que cresce na quilo que mais ama, nos palcos da vida!!!

Novos trabalhos artisticos

Estas fotos fazem parte de uma novo projeto que estou começando........




domingo, 8 de maio de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

domingo, 6 de março de 2011

O que eu sinto falta!!!!!!!!!!!!!!!

Fragmento de Transparência

A senhora sabe o que é a vida de artista?

Às vezes, é uma grande alegria
Outras vezes, é uma grande desgraça.
Às vezes, é um avião que vem e que passa,
E as vezes é só uma cauda
Que nunca vai chegar a ser, ao menos, uma asa.
Às vezes, é uma vida que voa para o alto
Ou, então, é, simplesmente, uma coisa demente que se arrasta.
Uma coisa insensata;
Um pedaço do colorido,
Um sonho que, se for real, é mais bonito que
um vôo de pássaro.
Mas, tambem pode ser um gato, um sapato,
Um pedaço de cadarço
Mas baixo que o proprio chão.
Mas como podemos saber, minha senhora?
Quem tem o sonho não tem a certeza.
E para se ter certeza é preciso quebrar a cara.
Ou, então, furar os olhos para impedi-los que
vejam mais longe do que as pernas podem alcançar.
Entretanto, é bruto e pesado o fardo.
É uma materia densa esta de ser ou não ser.
Às vezes, o artista é tingido de púrpuras
E, ás vezes, é coberto com poeira das estradas,
Ou, ainda pior, com a lama dos insensatos.
O artista é um corpo entre a poeira do palco
E as luzes dos refletores que ele acredita serem estrelas.
Mesmo com toda fome do mundo,
O artista nunca é um mercador hábil para
traduzir o aplauso da platéia num pedaço de pão.
Mesmo que seu estômago esteja oco e fundo
O artista sonha que se alimenta do aplauso do público
E assim vive sua própria vida
Pensando viver outras
Num tablado,
A um metro, ou metro e meio do chão.

Nelson Albissú UM DOS MAIS NOBRES ARTISTAS MOGIANOS

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Teatro Espontâneo e Psicodrama

O que é Psicodrama?

A arte de imterpretar vista pela PSICOLOGIA....muito interessante!!!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Estado de Espirito de um artista



Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.

Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.

II

Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei

E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão...

III

É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói

Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.

Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

IV

- Tudo passa, tudo passará...

E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

De volta aos palcos

CARACA!!!!!!!!!!!!!!!

Hoje dia 25/11/2010 exatamente á 1 ano e 4 meses fora de um palco eu voltei!!! Foi uma da melhores emoções que eu já senti na minha vida. Foi única, foi mágico!!!! Tive que interpretar uma poesia de Vinicius de Moraes “Operário em Construção” uma das maiores e também umas das mais lindas dele que já li. Ela mostra como eu me senti, me sentia, quem eu era e quem eu sou, deram ela de presente pra pessoa certa na hora certa.
Foi um dia diferente dos outro, não foi um único grupo que se apresento eram vários e cada vez mais me sentia mais nervosa, fui a penúltima a se apresenta e mais uma vez tremia que nem vara verde subi no palco e toda aquela emoção de estar ali de volta veio a tona, e eu fiz com vontade, com a alma e pela primeira vez na minha vida aplaudiram sem eu terminar e aplaudiram de novo no final e de pé, e a mesma emoção que eu estava tomada consegui passar e a platéia sentiu também e chorou...... chorou de soluçar e foi quando tive o privilegio de me senti como a 1º vez de novo, os joelhos batiam um no outro, a mão “chacoalhava” , um gelo na barriga, e a incrível sensação de ver a imagem em câmera lenta da platéia aplaudindo, rindo e chorando e o único som que você ouve é o seu coração descompassado na garganta que geral risos e sorrisos em você do nada e que não se acabam tão cedo..........aiai quanta falta isso me fez............NASCI DE NOVO!!!!

Alline Machado em Tudo Junto e Misturado poesia O Operario em Costrução


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Porradas

O que é fazer Teatro? Por que fazer ou para quê fazer o Teatro? Muita gente responde essas perguntas com agressões do tipo “oba oba”, “falta do que fazer!” ou “eu não faço isso!” Quando o teatro é simplesmente a arte que imita a vida, mais nada!
Pra quem já teve a oportunidade de experimentar, sabe que estar á postos em cima de um palco é algo muito maior. Que não é simplesmente o fato de se tornar o centro das atenções, é o enriquecimento da alma, da cultura, do aprendizado e principalmente da convivência e o respeito mutuo. Estar ali é tentar mostrar a sociedade de uma maneira mais amena os conflitos que VOCÊ mesmo convive no seu dia-a-dia, e muitas vezes os ignoram por plena arrogância ou ignorância.
Os diretores de peças, autores e principalmente atores podem ser considerados verdadeiros mágicos, pois é exatamente isso que fazem, Mágica! Criam outro mundo dentro nosso próprio e conseguem levar centenas de pessoas para dentro dele. Pessoal, pare! E pense. Em uma sociedade extremamente individualista, onde cada um de nós acha que os nossos problemas são os maiores do mundo, sem se quer olhar para o lado e perguntar se a pessoa do lado precisa de um misero abraço, de repente, pararem para vislumbrar um artista "global" e rir, se emocionar, se irritar, se sensibilizar e sair comentando sobre o que viu umas com as outras em alguns minutos de pura ficção. É a prova mais clara que o teatro ou ate mesmo a teledramaturgia, pode mudar radicalmente e unificar as pessoa. E aos que praticam, também, pois a convicção estabelecida de cada um de si mesmo, é abrangente demais, pois aprendem, ou pelo menos deveriam, aprender a respeitar as personagem em cena, tornando-os perfeitamente capazes de fazer tudo na arte escolhida, pois o que difere pessoa de ator e personagem, é o palco, é a convicção do seu próprio eu, exemplo: Se Você tem plena certeza que é heterossexual, o que lhe impede de interpretar um homossexual? Se você tem absoluta certeza que não é um. Se você sabe que quem desce dali não é o “Pedro ou João...”, é você aquele que se disse tão convicto de suas opiniões...Heim! Já reparou nesses detalhes? Aposto que não!
No mundo, todo mundo tem a tendência de achar que “todo mundo tem que ser igual a todo mundo” Um absurdo em potêncial! Porque se um “caga”, todos "cagam" juntos, formando assim essa sociedade seguidora de valores tão baixos e sem nexo, que estamos vivendo, as famosas modinhas. Pois é, entrei nesse assunto pra provar ironicamente as primeiras perguntas feitas aqui, por que, se o teatro pode lhe oferecer a oportunidade de viver outras vidas, aprender outros conceitos, passar por todas as classes, raças, culturas, etnias, e de uma maneira tão simples modificar SIM, nem que seja por alguns instantes a forma de pensar das pessoas como um todo, ainda pode ser questionado de maneira tão conflituosa e preconceituosa? MEDO! O medo do novo, medo de tudo, medo do medo, colocam uma espécie de “cabresto” nas pessoas, o que faz com que deixe de se notar pequenos detalhes que fazem toda a diferença......Lembre-se o assunto abordado aqui foi o teatro, porque o tema central do blog é o próprio, mas o que foi colocado aqui cabe dentro de QUAISQUER outras EXPRESSÕES que o homem pratique.....

Alline Machado

domingo, 10 de outubro de 2010

Pensamentos

"...Se a realidade é mesmo reflexo da cognição, os elementos que a constituem são da mesma dimensão dos nossos processos de pensamento, com semelhante complexidade..." Rafael Calore.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mais uma Ìcone em referência do Teatro Brasileiro - "uma das minhas Predilétas"



Mônica Garcia Assis, mais conhecida como Mônica Martelli (Macaé, 17 de maio de 1968) é uma atriz, jornalista e dramaturga brasileira.

Saiu de Macaé aos doze anos e foi para o Rio de Janeiro, onde começou a estudar direito. Fez apenas um período e mudou-se para os Estados Unidos da América. Morou em San Francisco, Los Angeles e Nova York. De volta ao Brasil, cursou jornalismo e teatro.

Seu primeiro trabalho na TV Globo foi no programa Chico Total, ainda usando o nome de Mônica Garcia. Foi Chico Anysio que a convenceu a adotar outro nome, por causa da cacofonia.

Em agosto de 2007 esteve em cartaz em São Paulo com a peça Homens São de Marte... e É pra Lá que Eu Vou. Tem crônicas publicadas nas revistas Criativa e Época.

A atriz é casada com o produtor musical Jerry Marques, com quem tem uma filha chamada Júlia.



No teatro
2005 a 2010 Os Homens São de Marte...e É pra Lá que Eu Vou





Trabalhos na televisão
2010 - Ti Ti Ti (2010) ... Dorinha Bacelar
2008 - Casos e Acasos ... Valéria
2008 - Beleza Pura ... Helena Císter
2007 - Mandrake ... Lígia
2006 - Pé na Jaca ... Elisa
2006 - Carga Pesada ... Diléia
2004 - Sob Nova Direção .... Jessica
2002 - Zorra Total
2001 - Os Maias ... Consuelo
1997 - Por Amor ... Paula Medeiros
1995 - Chico Total ... Darci e outros personagens



Filmes
2007 - Só por Hoje
2006 - Trair e Coçar É Só Começar ... Lígia
2006 - O Gatão de Meia-Idade



Como dramaturga
2005 — Os Homens São de Marte...e É pra Lá que Eu Vou


Mais uma Ìcone em referência do Teatro Brasileiro - "Umas das minha Predilétas"

Mônica Garcia Assis, mais conhecida como Mônica Martelli (Macaé, 17 de maio de 1968) é uma atriz, jornalista e dramaturga brasileira.

Saiu de Macaé aos doze anos e foi para o Rio de Janeiro, onde começou a estudar direito. Fez apenas um período e mudou-se para os Estados Unidos da América. Morou em San Francisco, Los Angeles e Nova York. De volta ao Brasil, cursou jornalismo e teatro.

Seu primeiro trabalho na TV Globo foi no programa Chico Total, ainda usando o nome de Mônica Garcia. Foi Chico Anysio que a convenceu a adotar outro nome, por causa da cacofonia.

Em agosto de 2007 esteve em cartaz em São Paulo com a peça Homens São de Marte... e É pra Lá que Eu Vou. Tem crônicas publicadas nas revistas Criativa e Época.

A atriz é casada com o produtor musical Jerry Marques, com quem tem uma filha chamada Júlia.

Sempre estamos nos teatros da VIDA


domingo, 18 de julho de 2010

Outra Ícone em referência brasileira



Renata foi para Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1964, num programa de intercâmbio cultural, o AFS, e lá entrou para um curso de arte dramática. À época, a Califórnia vivia o auge do movimento hippie que, num processo radical de mudança, lutava pela ampla liberdade de expressão e pelo direito de cada um exercer a sua sexualidade sem culpa.

Como parte do curso, participou do elenco da peça Dura lex sed lex, de Oduvaldo Vianna Filho, na qual teve oportunidade de desempenhar vários papéis.

Ao retornar ao Brasil, em 1967, encontrou o meio teatral influenciado pelas idéias do movimento hippie. Embora não tenha sido ela própria uma hippie, adotou o visual dos integrantes do movimento e viajava seguidamente à praia de Arembepe, na Bahia, que era o lugar preferido dos hippies à época.

Neste período, cursou Psicologia, mas não chegou a se graduar, e ingressou no TUCA - Teatro Universitário Católico. Desde então, o teatro, onde alia a seu trabalho de atriz às funções de produtora, é sua paixão. Costuma dizer: "O palco é o meu prazer, como se nele eu soubesse mais que na vida ".

Sua primeira aparição na televisão foi em 1969, na Rede Tupi, na telenovela Um Gosto Amargo de Festa . Em 1970, Dias Gomes chamou-a para seu primeiro papel na Rede Globo, na telenovela Assim na Terra Como no Céu. Seguiram-se outros sucessos como O Casarão, Brilhante, Roda de Fogo, Vale Tudo, Pedra Sobre Pedra, A Indomada e Senhora do Destino, entre outros.

A atriz fez uma participação especial no clipe de "O Segundo Sol", de Cássia Eller, em 1999.

Em 1988, Renata consagrou-se com um de seus personagens mais marcantes nas telenovelas, o da alcoólatra Heleninha Roitman, em Vale Tudo. Filha da vilã sem escrúpulos Odete Rotiman, personagem de Beatriz Segall, Heleninha culpava-se pela morte do irmão num acidente de carro em que ela supostamente estava dirigindo. O álcool foi a válvula de escape, mas destruiu seu casamento e foi o responsável por inúmeros escândalos e barracos que a personagem proporcionou durante os oito meses em que a novela foi ar. No final, descobre-se que sua mãe, Odete, é quem dirigia o carro no acidente que matou o irmão de Heleninha e deixou a filha pensando ser a culpada. A personagem fez tanto sucesso que mesmo vinte anos depois a palavra "heleninha" ainda é sinônimo, para vários grupos de pessoas, de pessoa alcoolizada.

Mas foi em 2004 que Renata interpretou seu melhor trabalhp na TV: A vilã Nazaré Tedesco em Senhora do Destino, a personagem, apesar de seu mau caratismo (ou por causa dele) é até hoje lembrada e adorada pelo público e com bastante respeito da crítica especializada, que elevou Renata ao casting das mais cotadas atrizes do país. Entre outras maldades da personagem: o sequestro de Lindalva/Isabel (Carolina Dieckmann), o assassinato de seu marido e de Djenane (Elizângela), além de atormentar a vida de sua enteada Cláudia (Leandra Leal). No final, Nazaré se atirou de uma ponte na cidade de Paulo Afonso, na Bahia, a uma altura de 90 metros.

Renata é tia dos atores Deborah Evelyn e Carlos Evelyn, filhos da sua irmã mais velha Suzana. A atriz tem ainda um irmão mais velho chamado Antônio Cláudio. Foi casada com os atores Carlos Vereza e Marcos Paulo, pai da sua única filha: Mariana, e com o diretor Euclydes Marinho. Teve também muitos romances, entre eles com os atores André Gonçalves, Roberto Bonfim, Paulo Coelho e a cantora Maria Bethânia. É avó, e Marcos Paulo avô, de um menino chamado Miguel, nascido em novembro.


Curiosidades

Apoiou Luiz Inácio Lula da Silva em sua última candidatura presidencial em 2006, quando vários artistas decidiram deixar de apoiá-lo por causa do escândalo que ficou conhecido como "mensalão".




No teatro

Macbeth
Um dia, no verão
Medéia
Jantar entre amigos
Mais perto
As três irmãs
Noite de reis
Mary Stuart
Shirley Valentine
Encontrar-se
Grande e pequeno
As lágrimas amargas de Petra von Kant
Os veranistas
Afinal, uma mulher de negócio
A gaivota
É...
Vagas para moças de fino trato
Antígona, de Sófocles
Festa de aniversário
Trágico acidente destronou Teresa
Capeta em Caruaru
Coronel de Macambira
Dura lex sed lex





















No cinema

2006 - Árido Movie
2004 - A dona da história
2004 - Nina
2002 - Madame Satã
2002 - Furos no sofá (curta-metragem)
1997 - O bote (curta-metragem)
1996 - Metal guru (curta-metragem)
1995 - O Mandarim
1985 - Avaeté - semente da vingança
1977 - O velho Gregório
1971 - Lua de mel & amendoim
1970 - Cuidado, madame
1969 - Matou a família e foi ao cinema
1968 - Vida provisória










Na televisão

2010 - A Grande Família .... Dona Carminda
2007 - Duas Caras .... Célia Mara Melgaço de Andrade
2006 - Páginas da Vida .... Tereza Junqueira de Figueiredo
2004 - Senhora do Destino .... Nazaré Tedesco
2003 - Celebridade .... Dora Lima
2002 - Desejos de Mulher .... Rachel
2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... Naná / Shirley
1999 - Você Decide, E O Circo Chegou
1999 - Andando nas Nuvens .... Eva Montana / Condessa Astrid Van Brandenburg
1997 - A Indomada .... Zenilda de Holanda
1994 - Pátria Minha .... Natália Proença
1993 - Você Decide, Faça a Coisa Certa
1992 - Pedra sobre Pedra .... Pilar Baptista
1990 - A, E, I, O... Urca .... Olga Luísa
1990 - Rainha da Sucata .... Mariana Szymanski
1988 - Vale Tudo .... Heleninha Roitman
1986 - Roda de Fogo .... Carolina Villar
1985 - Tudo em Cima .... Lana Cardoso
1984 - Transas e Caretas .... Sofia
1983 - Guerra dos Sexos .... Blanche
1981 - Brilhante .... Leonor
1980 - Chega Mais .... Lúcia
1978 - Sinal de Alerta .... Selma
1976 - O Casarão .... Carolina Bastos (Lina)
1974 - Caso Especial, Enquanto a Cegonha Não Vem
1974 - Caso Especial, A Cartomante
1974 - Corrida do Ouro .... Patrícia
1973 - Os Ossos do Barão .... Lourdes
1973 - Cavalo de Aço .... Camila
1972 - O Primeiro Amor .... Mariana
1971 - O Cafona .... Malu
1971 - A Próxima Atração .... Madalena
1970 - Assim na Terra como no Céu .... Nívea
1969 - Um Gosto Amargo de Festa